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Esgueira recebe campeão em desvantagem
2006/06/10

Depois de duas derrotas (76-65 e 88-76) no passado fim-de-semana, em São Paio de Gramaços, casa do Sampaense, o Esgueira não tem margem de erro e uma derrota ser-lhe-á fatal. Numa final à melhor de cinco jogos, as duas vitórias da equipa bi-campeão nacional, condicionam e de que maneira a prestação do Esgueira, que não pode perder, noticia o Diário de Aveiro.

«Uma vitória esgueirense proporciona novo jogo amanhã, à mesma hora, de novo em casa, enquanto um triunfo dos sampaenses permite-lhes a revalidação imediata do título nacional. Para o Esgueira chegar ao ceptro, necessita de vencer as três partidas que faltam, tarefa que se avizinha de extrema dificuldade, mas que não é impossível.
Nos dois primeiros jogos, o Sampaense venceu sempre por mais de dez pontos, o que, não sendo significativo, até porque estas vantagens foram construídas apenas no último quarto, não deixa também de mostrar os argumentos dos bi-campeões. Da passada semana, ressalta no Jogo 1, o grande equilíbrio vivido (18-18; 18-15; 16-16; 24-16), com a decisão a «arrastar-se» para o último quarto.

No Jogo 2, a história foi algo diferente, com o Sampaense a entrar muito bem no jogo (21-11) e a permitir depois uma aproximação dos esgueirenses (61-55, aos 30 minutos). No último quarto, o Esgueira arriscou tudo, mas a equipa de Jorge Dias voltou a impor-se e carimbou da linha de lance livre a segunda vitória.

Quebrar a tradição

Em ambas as partidas, Jorge Dias e Carlos Gouveia, treinadores do Sampaense e do Esgueira, respectivamente, apresentaram os mesmos «cincos» e tudo aponta que o mesmo se volte a verificar hoje. No Sampaense, Dewayne Marable (MVP nos dois jogos), Pedro Silva, Vítor Farinha, Hugo Pedrosa e Cory Little são os homens de confiança, enquanto no Esgueira, a estratégia passa por João Nunes, Daniel Félix, Brian Adams, Cláudio Sardo e Brian Craig.

Nos dois jogos destaque para o domínio nos ressaltos do Sampaense (32/28 e 34/18), melhores percentagens de lançamentos de campo (66%/32% de 2 pontos, no jogo 1;81%/63% em lances livres no jogo 2), enquanto o Esgueira perdeu menos bolas (13/17 e 9/13) que o seu adversário, mas sem efeitos práticos. O jogo desta tarde será arbitrado por José Araújo e Jorge Cabral.

Mas a história é contra o Esgueira nesta final do campeonato. É que a estatística «joga a favor» do adversário. Nas duas edições anteriores, o Sampaense começou sempre em casa e conquistou sempre fora o título. Em 2003/2004, foi em Sangalhos. Vencendo os dois jogos em casa, o Sampaense só precisou de uma oportunidade para se sagrar campeão.

No ano passado, foi em Almada, que celebrou a conquista do título nacional. Um empate surpreendente (1-1) no primeiro fim-de-semana, em São Paio de Gramaços, «obrigou» a equipa da região centro a vencer os dois jogos fora de casa. Agora, o Esgueira perde por 2-0 e cabe-lhe quebrar a tradição. A ver vamos… (Diário de Aveiro)

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