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Onda de rescisões põe Liga a fazer contas
2006/04/06

A cinco jornadas do final, a Liga de Honra está em polvorosa, perante o risco da Ovarense deixar de competir por falta de condições, o que acarretará mexidas na tabela classificativa, noticia o Diário de Aveiro.

«Numa fase decisiva da competição, são muitos os clubes a fazer contas de cabeça, com o anúncio da rescisão, nos últimos dias, de mais três atletas do futebol «alvi-negro».

Marcelo Henrique já embarcou para o Brasil, o aviso de pré-rescisão do guarda-redes Armando expirou ontem (hoje já não se treinou) e Paulinho só aguarda até sexta-feira, desvinculando-se com justa causa em seguida, conforme apurou o Diário de Aveiro. A estes jogadores, juntam-se mais duas «baixas», com as saídas de Hector e Nélson, que receberam ordens para regressarem a Leiria, ficando o plantel reduzido a 13 elementos e com a agravante de dois deles se encontrarem lesionados, incluindo o guarda-redes Rui Correia.

Na próxima jornada, em que os vareiros recebem o Desportivo de Chaves, não deverá estar em causa a comparência da equipa, nem mesmo se, por hipótese, o plantel sofrer novo rombo, pois parece certo que estarão disponíveis sempre mais de sete jogadores e a Ovarense está disposta a competir enquanto o puder fazer. Os regulamentos permitem que o jogo se inicie com seis jogadores de campo, mais um guarda-redes, não sendo obrigatório que existam suplentes.

Esta possibilidade, porém, levantará outro tipo de problemas: na eventualidade de um atleta se lesionar ao ponto de ter de abandonar o relvado, então o árbitro dará por encerrado o encontro e a equipa será penalizada com a derrota e multa entre 2.500 e dez mil euros. Mas a ameaça de desclassificação só se colocará, se a Ovarense faltar a pelo menos quatro jogos, ou seja, os que faltarão, depois de efectuado o encontro deste domingo.

O presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), Joaquim Evangelista, alertou para o risco da Ovarense poder deixar de jogar, por manifesta falta de jogadores e, assim, os pontos já conquistados serem «atribuídos» a clubes terceiros. O dirigente sindical denunciou ainda eventuais clubes interessados na situação para poderem beneficiar da mesma, o que constituiria uma «vergonha para o futebol português» e uma mancha na competição. (Diário de Aveiro)

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