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ZI em risco de encolher
2006/02/21

A Freguesia de Santiago de Riba Ul deverá perder cerca de 80% da principal zona industrial do concelho de Oliveira de Azeméis se a nova redefinição territorial, proposta pelos técnicos da Câmara Municipal, for aprovada, noticia o JN.

«Descontente com o traçado sugerido, o presidente da Junta de Freguesia, António Godinho, ameaça com levantamento popular se a autarquia não voltar atrás nas suas intenções. "Queremos resolver as coisas por bem, mas, se não houver entendimento, o povo será chamado a intervir", ameaça o autarca.

Segundo o novo traçado apresentado, a zona industrial em causa passaria a pertencer à vizinha Freguesia de Oliveira de Azeméis. No local, encontram-se instaladas várias empresas de renome internacional, na área dos moldes, como é o caso da Simoldes.

Estas empresas são consideradas estratégicas para o de-senvolvimento da freguesia de Santiago de Riba Ul, já que empregam grande parte da mão-de-obra local e originam importantes fontes de receita.

António Godinho mostra-se indisponível para abrir mão daquela importante parcela de terreno, apesar de reconhecer que o trabalho que está a ser desenvolvido pela Câmara Municipal "é importante para que não continuem a existir situações dúbias quanto aos limites das freguesias". Contudo, acusa os técnicos que estão a efectuar a redefinição territorial em Santiago de Riba Ul de não estarem a respeitar "os antigos marcos de limitação".

O autarca não hesita mesmo em levantar algumas suspeitas, afirmando que um dos marcos que delineava parte da zona industrial "desapareceu de propósito ou com algum objectivo".

Acrescem também desentendimentos no lugar das Cavadas e Urbanização da Giesteira, onde António Godinho acusa, ainda, os técnicos da autarquia de não terem respeitado a delimitação apontada pelos marcos que, neste caso, se encontram no terreno.

O presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Ápio Assunção, garante que "não será tomada nenhuma decisão sem que todos os implicados sejam ouvidos". Mas avisa que o trabalho em causa "terá que ficar concluído este ano".

Ápio Assunção adianta que nas zonas onde subsistem litígios fronteiriços é efectuado "um levantamento rigoroso e ouvidos os habitantes mais antigos". "Este é um trabalho para bem das próprias freguesias", concluiu o autarca.» (JN)

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