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Tecido empresarial escasso e pouco diversificado
2006/02/06

Negócios inferiores a 250 mil euros, tecido empresarial pouco diversificado e com elevada concentração geográfica. Está feita a «radiografia» do concelho de Vagos, cuja população continua envelhecida e com escassa formação, notcia o Diário de Aveiro.

Um estudo do Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA) refere que «ao longo das últimas décadas cresceu na dependência da agricultura, que ainda concentra algumas sinergias na população residente.

(...) foram sinalizados 1009 estabelecimentos. E logo se constatou que a sua quase totalidade se encontra concentrada geograficamente em três freguesias distintas: Vagos, Gafanha da Boa Hora e Ponte de Vagos. A seguir vem Calvão e Sosa, enquanto na cauda se encontra Fonte de Angeão, freguesia de fronteira.

Cerca de 80 por cento dos estabelecimentos são de pequena dimensão, com quatro ou menos trabalhadores. Números que levam a que o tecido empresarial, na generalidade pouco diversificado, atinja, independentemente da sua natureza jurídica, um volume anual de negócios inferior a 250 mil euros.

Sectores deficitários

Paralelamente à concentração geográfica e preponderância dos estabelecimentos de pequena dimensão, predominam os negócios de comércio a retalho (26 por cento no conjunto), construção (15 por cento) e alojamento e restauração (14 por cento). Venda e reparação de veículos automóveis, com sete por cento, e comércio por grosso, com seis, são os sectores mais deficitários.
No referido estudo, que foi apresentado por Miguel Cordeiro, do NEVA, ao presidente da Câmara de Vagos, vereadores e técnicos, está ainda assinalado que 15 por cento da população local vive exclusivamente das pensões e reformas, enquanto cerca de 30 por cento está dependente da ajuda familiar.

Uma realidade que, conforme foi referido, tem «travado» o desenvolvimento sustentado do concelho, onde apenas 45 por cento dos seus activos tem o rendimento do trabalho como principal meio de subsistência.» (Diário de Aveiro)

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