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Ribau alerta para o risco de perdermos mais vidas
2020/04/02

Num «Comunicado à População difundido quarta-feira, o presidente da Câmara Municipal, Ribau Esteves, lamenta o «contínuo mau funcionamento da logística do Ministério da Saúde no abastecimento de proteção individual e Testes Covid-19 para os seus próprios profissionais trabalharem neste combate, ao serviço dos cidadãos, no qual perder tempo é dar espaço ao crescimento da Covid-19 e corrermos o risco de perdermos mais vidas».

Dirigindo-se ao Governo e, particularmente, ao Ministério da Saúde, o comunicado «exige muito mais e melhor, capacidade de gestão, organização e eficiência operacional».

Sobre os anunciados 10 mil testes nos lares de idosos, principalmente em Aveiro, Guarda, Évora, Lisboa e Algarve, a prioridade é uma «afirmação errada que foi induzida por uma informação do Governo emitida no início desta semana». Pelo contrário, Aveiro está num «nível baixo de prioridade no combate ao vírus».

No município de Aveiro e «são necessários testes à pandemia para 500 utentes e 350 colaboradores em 12 lares, mas até ao momento só foram realizados 50 testes estando previstos mais 50 hoje apenas no Lar da Santa Casa da Misericórdia, onde ainda ficam a faltar mais 90 testes, e onde já existem idosos e profissionais positivos e de quarentena/isolamento e já três idosos mortos por Convid-19».

Ribau Esteves entregou na passada sexta-feira 400 kits de material para testar ao hospital de Aveiro e 100 ao Centro de Saúde e continuará a trabalhar para conseguir mais testes ao novo Coronavírus, assegura.

Quer ainda «transparência nos números da entrega de logística do Ministério da Saúde pelo território, e meios proporcionais às circunstâncias em concreto em cada Município/Região».

E o camião?
«Continuarmos a aguardar a chegada de um camião com material de apoio para os profissionais de saúde, que deveria ter chegado na quinta-feira dia 26 ou na sexta-feira dia 27 de março, mas que até hoje, quarta-feira, dia 1 de abril ainda não chegou», escreve ainda Ribau Esteves no comunicado. Aliás, um assunto que apresentou ao Primeiro-Ministro como «exemplo do mau funcionamento do Ministério da Saúde no que respeita ao fornecimento de logística (EPI’s, Testes,…) às suas próprias Unidades prestadoras de serviços de saúde».

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