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Mudar e redesenhar com uma nova estratégica
2020/01/16

O grande objetivo do ciclo de Conferências UA 2030 - Desafios para a Década que começa no próximo dia 21 na Universidade de Aveiro é «pensar num novo paradigma de competitividade para Portugal face aos desafios da globalização, da internacionalização da economia e das alterações climáticas».

As conferências são organizadas pela Universidade de Aveiro (UA) sendo uma «resposta aos grandes desafios da Agenda 2030 da ONU», sendo a primeira dedicada ao tema da Economia Circular, com a participação do Ministro do Ambiente e Ação Climática, Matos Fernandes.

A abertura da primeira conferências está marcada para as 10.30h, no Auditório Renato Araújo, no Edifício Central e da Reitoria da UA.

A organização chama à atenção para «desafios decorrentes da inevitável internacionalização da economia, do crescimento da importância da Sociedade da Informação e do Conhecimento, da aceleração da globalização e das alterações climáticas e do aumento da complexidade, a todos os níveis, das relações entre os povos». Por isso é preciso um novo paradigma de competitividade para Portugal. Em especial, segundo a UA, para as cidades portuguesas «responsáveis pela promoção da competitividade e inovação do território e neste contexto o papel das instituições do ensino superior é importante e decisivo».

A Universidade de Aveiro esclarece que o ciclo de conferências procura obter uma convergência estratégica «entre os atores do território, sejam os políticos, os estrategas da inovação territorial, os empresários e os universitários, como vetores fundamentais da promoção do desenvolvimento e da globalização da nossa região de Aveiro».

Adverte que o sucesso da implementação desta Agenda vai «depender em larga medida da capacidade de resposta aos desafios da sustentabilidade e da rápida urbanização: como lidar com as alterações económicas, criar emprego na sociedade do conhecimento, combater a pobreza e a exclusão social, assegurar a proteção ambiental, combater as ameaças aos recursos naturais, responder aos desafios das alterações demográficas e gerir a diversidade cultural, evitando conflitos e promovendo uma paz duradoura».

A Economia Circular é considerado um conceito estratégico que «assenta na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia visando uma «ação ampla desde o redesenho de processos, produtos, tecnologias e novos modelos de negócio até à otimização dos recursos. Materializa-se na minimização da extração de recursos, redução de resíduos, maximização da reutilização, aumento de eficácia e desenvolvimento de novos modelos de negócio».

Mudar o paradigma do modelo de economia circular «tem que envolver as organizações, mas também o cidadão, sendo fundamental a consciencialização para a mudança de hábitos, comportamentos e atitudes. É um tema crucial que merece a melhor atenção também das universidades, pelo papel de relevo que estas podem assumir na introdução da componente de inovação nos vários campos de ação implicados neste modelo».

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