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Fechou o SET 2017, à espera do SET 2018
2017/11/26

foto - Eva Cardoso I CAPhoto Formação















O Festival Sons em Trânsito - VIII Festival de Músicas do Mundo de Aveiro, no Teatro Aveirense fechou este sábado à noite com duas grandes formações, Liniker & Os Caramelows (Brasil) e Mulatu Astatke (Etiópia).

no fecho dom SET, a banda de África, do pai do ethio jazz, faz uma mistura do pop e jazz com a música tradicional etíope e deu uma grande lição de música. Um violoncelo rasgava o palco, parecia descontrolado mas não estava. O trompete, o saxofone, a percussão, e Mulatu Astatke, músico de vários instrumentos. Sem vozes, assistiu-se a um tempo raro na cidade com uma noite de elevado nível.

Foi a formação brasileira formada há apenas três anos, numa cidade do interior de S.Paulo Liniker & Os Caramelows que abriu a quarta noite do Sons em Trânsito. E mudaram a sala e as cadeiras voltaram a incomodar. Um grande performer Liniker. "Eu não quero mais saber de desamor", cantou no primeiro tema. E não foi preciso dizer ao público para se levantar e, num dos temas, a banda sugeriu "ralar a bunda no chão".

Exuberante, voz grave, inventou o género que chamou funzy - R&B e Soul - onde cabem ainda as raízes americanas e o reggae. E faz-se a riqueza da música que os brasileiros fazem. Liniker anunciou um "acontecimento inédito em Portugal", ou seja, um dos temas do próximo disco foi tocado no Aveirense. No fim perguntou se gostaram da música do próximo disco e já se sabe a resposta. "A gente nunca pensou que a gente chegasse às pessoas...", traduzindo, não esperavam o sucesso.

Depois saíram do palco e a seguir assistiram ao concerto de Mulatu Astatke.

SET
São os carismáticos e os que fazem coisas que ficam e os que estiveram no Sons em Trânsito 2017, ficam todos: The Touré-Raichel Collective (Mali/Israel), Egschiglen (Mongólia), Roberto Fonseca (Cuba), Vinicio Capossela (Itália), Jorge Drexler (Uruguai), Júlio Resende (Portugal), Mulatu Astatke (Etiópia) e Liniker & Os Caramelows (Brasil).

Durante uma semana foi em Aveiro que o interesse musical foi mais forte para muitos que tiveram de sair de outras cidades do pais, e não só, por causa de grandes músicos e bandas no palco do Teatro Aveirense

Até ao SET de 2108

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