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«A política é o povo»
2016/05/01

Salvador Malheiro é o presidente da Câmara de Ovar, disputou e ganhou a presidência do PSD de Aveiro, tomou posse este sábado, contou com a participação do presidente do partido, o ex-primeiro ministro Pedro Passos Coelho e tinha na assistência um grupo de pescadores e famílias de Esmoriz.

«Gosto de ver aqui os pescadores da praia de Esmoriz», disse Salvador Malheiro no início do seu discurso da posse. Logo a seguir resumiu: «a política é o povo».

Honra da palavra, olhos nos olhos, cara a cara, foram termos usados para toda a gente perceber como funciona e também tinha uma para a coligação PS/PCP/BE/PAN: a coligação do Governo «é água e azeite», ou seja não se misturam, separam-se, disse.

Durante a campanha até chegar a líder distrital, o seu adversário, Ulisses Pereira, lançou dúvidas quanto à legalidade da inscrição de militantes. O problema estava em 80 militantes com residência na mesma rua, 121 a partilharem três números de telemóvel e referia-se a «fortes indícios de irregularidades graves e de viciação». Depois, Ulisses Pereira perdeu as eleições e não se falou mais nisso. Tudo se «esfumou», disse Salvador Malheiro que não permitirá barreiras ao que pretende fazer. «Que ninguém tente coartar projectos alternativos».

O líder distrital prometeu uma liderança no sentido de conseguir conquistar mais câmaras municipais nas eleições autárquicas do próximo ano.

A seguir e a fechar a cerimónia da posse, Pedro Passos Coelho, foi repetir coisas que tem vindo a afirmar nos últimos dias. Só não falou dos insultos da maioria na Assembleia da República mas voltou a falar sobre a comunicação social de que não gosta. Em Aveiro disse que há um «inviesamento comunicacional». Devido a este «enviesamento», o melhor é os políticos falarem, «diretamente», com as pessoas. «Precisam de ouvir, é insubstituível».

Sobre o Governo, disse que não irá pedir a sua demissão ou apresentar moções de cencura. Não quer dar argumentos para provocar uma crise e o PSD ser responsabilizado por isso. De resto disse que o PS está a desperdiçar condições mais favoráveis do que as que o PSD teve para governar. «Estão a estragar», disse.

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