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Investidor propõe 65 milhões para S.Jacinto
2011/12/01

A Câmara de Aveiro aprovou esta quinta-feira à noite a venda de um terreno em S.Jacinto por 1,9 milhões de euros, que integra uma área com possibilidade de receber um investimento de 65 milhões de euros na área da saúde e terceira idade, mas na votação desta operação o presidente do Executivo teve de desempatar com o voto de qualidade, uma vez que o vereadores do PS votaram contra, assim como a vereadora do PSD (partido da coligação da maioria), e o vereador social-democrata Pedro Ferreira faltou à reunião.

A proposta de aquisição do terreno partiu da empresa Porta Nice Imobiliária.

Apenas quatro da maioria votaram a favor e dada a falta de Pedro Ferreira, que seria favorável, a votação ficou empatada com os votos contra do PS e da vereadora eleita pela maioria Mas o voto, de qualidade, do presidente da Câmara Élio Maia, desempatou e a venda foi aprovada por maioria.

A vereadora Ana Vitória fez a intervenção mais polémica, relativamente à empresa interessada no terreno, alertando a Câmara para ter «todas as cautelas no negócio», uma vez que uma pesquisa que fez levaram-na a concluir que é caso para «ter reservas».
Mas o presidente da Câmara está tranquilo. Perante a proposta apresentada, aceita assinar o contrato-promessa dado tratar-se de uma forma de «dinamizar a freguesia que tem sido esquecida». Assim como, afirmou, «responde à necessidade de criação de emprego», disse aos jornalistas no final da reunião. Durante a reunião, Élio Maia disse ainda que a Câmara deve aceitar a proposta «em nome de investimento urgente» para S. Jacinto e assinar um contrato promessa com o investidor.

A Câmara já tentou vender aquele terreno com cerca de 24 mil metros quadrados em hasta pública mas não teve interessados. O investidor propõe agora a compra do terreno pelo valor do preço base de licitação (da hasta pública) mais um lance.

Os próximos oitos meses serão para o investidor negociar com o BCP a compra do terreno vizinho - com cerca de 40 mil metros quadrados (a área dos antigos estaleiros) - e apresentar um projecto. Segundo Élio Maia, só com um projecto o investidor conseguirá crédito bancário e conseguirá o licenciamento camarário. Nessa altura, o investidor terá de proceder ao «pagamento integral do terreno».

A oposição socialista considera que «o negócio beneficia o promotor», segundo João de Sousa. Segundo o socialista, o investidor devia pagar um sinal na assinatura do contrato promessa da venda do terreno, mas apenas ficará acordado o pagamento em um ano, conforme as condições da hasta pública.

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