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UA desenvolve língua electrónica provadora
2011/04/01

Uma língua eletrónica com capacidade de «saborear» está a ser desenvolvida por uma equipa de investigadores dos Departamentos de Química e de Electrónica, Telecomunicações e Informática, com consultoria da Universidade de S. Petersburgo.

A língua electrónica já foi usada para análise diversos alimentos, como sumos de furta e vegetais, leite e lacticínios, café e bebidas alcoólicas.
É m instrumento de química analítica que permite a «aplicação noutros campos, como é o caso da análise águas residuais e naturais, soluções provenientes de processos industriais, por exemplo».

Está a ser desenvolvida a metodologia para provar vinho. «A ideia é criar um aparelho portátil, barato e fácil de usar por quem não tem formação especializada», segundo comunicado da UA.

Trata-se de uma equipa multidisciplinar de investigadores da Universidade de Aveiro que «está a desenvolver uma língua electrónica para analisar o «sabor» de substâncias».

INFO UA

«O aparelho é constituído por um conjunto de sensores químicos, com selectividades e sensibilidades diferentes, um dispositivo de medição e software de tratamento de dados. O conjunto permite a rápida identificação dos alimentos, a quantificação dos nutrientes e contaminantes e a monitorização dos processos industriais como os de fermentação e avaliação das características do sabor. Dá indicações de doce/salgado, ácido, amargo, entre outros paladares. A ideia é conseguir um aparelho portátil, barato e que se adapte a objectivos diferentes de análise química, desde que a amostra seja uma substância líquida, com possibilidade de estabelecer padrões de análise e ser usado sem formação especializada. Embora já existam aparelhos que fazem este tipo de análise, não são baratos.

Para além de estabelecer padrões associados ao paladar, a partir de substâncias líquidas, os sensores permitem ainda detectar certos casos de substâncias só detectadas pelos humanos através do aroma. Perante este potencial, está a ser desenvolvida a metodologia para análise de vinhos. Embora já funcione com um voltímetro digital e software, a equipa está a preparar versões mais actualizadas destes componentes.

O projecto é coordenado por Alisa Rudnitskaya que está há quatro anos na Universidade de Aveiro e que veio da Universidade de S. Petersburgo, onde a ideia começou a germinar. Para além da participação de investigadores dos Departamentos de Química e de Electrónica, Telecomunicações e Informática da Universidade de Aveiro, o Departamento de Química da Universidade de S. Petersburgo participa como consultor.

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