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JSD escreve à Universidade sobre a pista
2011/03/31

Numa carta aberta à Universidade de Aveiro, a JSD de Aveiro escreve sobre «declarações de desagrado por parte de estudantes universitários, atletas e treinadores quanto ao estado de conservação da pista de atletismo».

A JSD lembra que a Federação Portuguesa de Atletismo «retirou recentemente a pista de Aveiro das pistas com condições para acolher provas nacionais devido ao estado em que se encontra».

A JSD refere-se a «algumas queixas da falta de condições que o recinto tem neste momento para a prática da modalidade, a todos os níveis (…) num elevado estado de degradação (…) o “tartan” encontra-se desgastado de tal forma que em certos sítios já não existe».

Há ainda «um desnivelamento do terreno, o que torna impossível o treino durante os dias de chuva, já que cerca de 150 metros de pista fica debaixo de água (literalmente). Isto em relação às disciplinas de pista».

Os colchões de salto, «ao relento, ao sol e à chuva, 365 dias por ano (…) num estado completamente deplorável», dizem na carta. Acrescentam que «treinadores e atletas conseguiram ainda cobrir o colchão de salto em altura com uma “barraca” de chapa, que apesar de tudo não é o que realmente desejam».

Precisa ainda de uma intervenção as áreas de lançamento do peso, dos saltos em comprimento, na relva e iluminação.

A pista é utilizada por cerca de 200 atletas pertencentes ao distrito de Aveiro e a manutenção é «feita com muito esforço pelos treinadores e atletas».

Lembram na carta que «alguns dos atletas que aqui treinam, têm estatuto de alta competição, representando a selecção nacional em eventos internacionais (…) Francis Obikwelu Arnaldo Abrantes, João Ferreira e Ricardo Monteiro deslocam-se à pista de Aveiro todos os anos para efectuar alguns treinos juntamente com o técnico nacional que aqui reside e treina»

O recinto «podia ter um papel preponderante a nível nacional e até internacional recebendo finais europeias do torneio e aumentando a reputação da instituição» mas não há condições. Na carta escrevem que «o espaço periférico da pista (deserto) leva uma total desorganização nas provas, com adeptos e público em geral misturando-se com os atletas, factor que não contribui para a boa performance dos mesmos; fechada ao sábado, a pista torna-se inútil para muitos dos atletas que não estudando em Aveiro aproveitam o fim-de-semana para poderem ali treinar. Funcionaria também como uma fonte de receitas e de propaganda das instalações e o “ginásio”, “construído” de forma rudimentar pelos treinadores, não apresenta as condições necessárias para a utilização dos atletas, devido à falta de máquina e material recorrente».

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