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O espectáculo é o «trabalho», não há «telenovela»
2011/02/25

No Congresso da Região de Aveiro «o espectáculo é o nosso trabalho e onde a telenovela nacional não tem episódios para passar», disse esta quinta-feira, o presidente do Conselho Executivo da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, Ribau Esteves, na abertura dos trabalhos, no Parque de Exposições de Aveiro.

Defendeu uma aposta na valorização da Região de Aveiro organizada na Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro que quer promover uma «relação política próxima, séria, solidária e geradora, que despreza a politiquice e os interesses menores».

Apontou para quatro objectivos fundamentais do Congresso que termina esta sexta-feira. A apresentação do ponto de situação dos projectosda CIRA, o aprofundamento das relações institucionais que permitem à Região de Aveiro estar a executar o conjunto de projectos, iniciar a reflexão e a preparação colectiva para a Estratégia 2020 que a União Europeia tem em desenvolvimento e um contributo novo para o fortalecimento da ‘Cidadania da Região de Aveiro’ e para a constituição de um activo lobbie institucional na Região. «Exige-se aos vários poderes uma acção mais interventiva e concertada de promoção da Região e de defesa dos seus interesses de crescimento e de desenvolvimento», disse.

Entre os projectos da CIRA destacou a Subvenção global / Contratualização com o PO Centro / ”MaisCentro”, com um FEDER de 60,06 M€ e um investimento de 110 M€, numa acção específica da Comunidade Intermunicipal e dos seus onze Municípios associados, com o acompanhamento activo da Universidade de Aveiro, o Grupo de Acção Costeira da Região de Aveiro, com um apoio FEP/OE de 3 M€ e um investimento de 5 M€, gerido por uma Parceria que envolve 19 Entidades públicas e privadas; o Polis da Ria de Aveiro com um FEDER de 59 M€ e um investimento de 97 M€, numa Parceria que envolve 12 Municípios e o Ministério do Ambiente; o Parque da Ciência e Inovação da Universidade de Aveiro, com um apoio FEDER de 15,4 M€ e um investimento previsto de 35 M€, numa outra Parceria que envolve 19 Entidades públicas e privadas; a gestão dos sistemas em baixa de água e saneamento básico no âmbito da sociedade anónima “Águas da Região de Aveiro”, com um investimento em expansão de redes de cerca de 100 M€ (co-financiado pelo POVT), numa Parceria de dez Municípios da Região de Aveiro com a empresa pública Águas de Portugal; a Eficiência Hídrica em Edifícios e Jardins Públicos, a Comunidade Interurbana de Aveiro – sistema urbano competitivo, empreendedor e inovador”, no âmbito das Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação (que denominamos por RUCI), com um apoio FEDER de 5,9 M€ e um investimento total de 9 M€, numa outra Parceria que envolve 22 Entidades públicas e privadas.

Salientou a acção do Secretário de Estado Fernando Medina, o líder da gestão do QREN e «primeiro responsável por termos retirado o QREN do caminho errado da sua concepção e nascimento, possibilitando a sua execução pelos Municípios e pelo País, nomeadamente pelo importante Acordo assinado entre a ANMP e o Governo a 9 de Março de 2010 e agora aprofundado com o Acordo para 2011 assinado no passado dia 10 de Fevereiro».

Apelou para «que o Governo governe, uma oposição que afirme a diferença e a alternativa, uma Assembleia da República de deputados com mandatos limitados, eleitos uninominalmente e que deixem de ser um sub-produto da escolha dos governantes, uma gestão de Estado assente no trabalho de gestão e de decisão, em detrimento da profusa e confusa produção legislativa».

Deseja ainda «um país mais produtivo, que esteja menos vezes de baixa, que tenha Segurança mais presente e justiça mais activa, políticas de Educação e de Acção Social geridas sob liderança do Poder Local que seja invertida a curva do centralismo, implementando estratégias de descentralização e de regionalização no âmbito de uma profunda e global reforma do Estado que urge ser concretizada e para a qual a crise que vivemos oferece um momento único muito propício».

Sobre os municípios, «dão prioridade às políticas e aos investimentos na área da Educação, da Cultura e do Desporto, assumindo um importante papel de Parceiro Activo nas políticas de Acção Social».

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