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Ribau abre porta a fusão
2011/02/24

O presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) não descarta a hipótese de os municípios de Aveiro, Ílhavo e Vagos se fundirem num só, no quadro de uma eventual reorganização administrativa do território, noticia o Diário de Aveiro.

«Questionado pelo Diário de Aveiro sobre uma hipotética fusão de municípios e freguesias, Ribau Esteves dá o seu aval a propostas que permitam “reduzir despesa e aumentar a eficiência do funcionamento do Estado”,

“Relativamente a dois municípios como Aveiro e Ílhavo, a que eu somaria Vagos, há questões de natureza sociológica e económica que fazem com que essa hipótese seja muito posta em cima da mesa”, afirmou em entrevista a publicar na edição de amanhã.

Segundo o autarca social-democrata de Ílhavo, estes concelhos têm uma “intimidade relacional” que permite pensar na sua fusão.

O presidente da associação de municípios defende uma “reforma do Estado total” que também incida no poder local, diminuindo para “cerca de metade” o número actual de concelhos.

Quanto às juntas de freguesia, Ribau Esteves advoga uma “redução substancial” ou mesmo a sua “extinção”. Esta última solução implicaria a criação de uma “segunda câmara executiva a nível municipal” onde o presidente de junta de freguesia passasse a ser “vereador de freguesia”.
O dirigente regional sustenta, no entanto, que “o principal problema do nosso Estado não é ter câmaras e juntas de freguesia a mais”. “O principal problema, materializado em custos para os cidadãos e em ineficiências, está na administração central – no excesso de institutos, de ministérios, de deputados, de empresas…”.

Daí que a reforma sugerida pelo presidente da CIRA deva estar “fortemente centrada” no “poder central” e no “sector empresarial do Estado”.

Em 2008, também em entrevista ao Diário de Aveiro, Caetano Alves, então vereador da Câmara de Aveiro, disse que “Aveiro e Ílhavo deviam ser um município único”. “A nossa dimensão espacial, na nossa cabeça, sempre foi muito micro e é muito difícil ultrapassar este tipo de preconceito. Mas se conseguíssemos evoluir nesse sentido iríamos ter ganhos brutais – desde logo passaríamos a ser um concelho de outro nível, com mais de 100 mil habitantes, e ficaríamos numa posição nacional muito interessante ao nível da receita fiscal; por outro lado temos um conjunto de complementaridades que quem vem de fora identifica muito bem e que nos daria outro tipo de potencial”, afirmou então.

Segundo dados da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, os concelhos de Aveiro, Ílhavo e Vagos somam actualmente cerca de 137 mil habitantes - Diário de Aveiro - notícia não acessível on line

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