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Presidente da Junta quer «cortar os pórticos»
2010/12/23

O presidente da Junta de Freguesia de Cacia, Casimiro Calafate, defendeu esta quarta-feira à noite durante a Assembleia Municipal de Aveiro uma «insurreição popular contra isto». «Isto é a cobrança de portagens, controlada por pórticos, particularmente entre Esgueira e Angeja, que tem levado os automobilistas a optar por circular pela 109, atravessando Cacia sem custos, mas criando problemas de insegurança na vila.

O autarca admite «dar um tempo ao Governo mas se não for resolvido devemos juntar-nos e cortá-los».

Eleito para a Junta pela coligação PSD/CDS-PP, Casimiro Calafate, não obteve apoio da Câmara cuja maioria é também da mesma coligação mas garantiu a cooperação do executivo noutro tipo de acções no sentido de minorar as consequências do aumento do tráfego no meio da vila nomeadamente na criação de criar “constrangimentos à circulação” através de passadeiras. Neste ponto o presidente da Câmara Élio Maia disse estar «disponível para colaborar» além de outras acções tomadas.

A última data do passado dia 10 quando a Câmara de Aveiro instaurou no Tribunal Central Administrativo do Norte, uma acção administrativa especial «onde é pedida a declaração de inconstitucionalidade e de ilegalidade do conjunto de normas que concretizaram a introdução de portagens e definiram o regime jurídico da respectiva cobrança».

O impedimento da circulação de pesados foi outra das ideias lançadas na Assembleia, por Ernesto Barros do CDS e Pires da Rosa, do PS, mas o autarca de Cacia não está de acordo por causa das consequências sobre as empresas instaladas na freguesia.

Ivar Corceiro disse que as portagens não passam de «uma renda para o sector privado» e Raul Martins, do PS, comparou a Câmara de Aveiro à de Ílhavo que «não permtiu» o pagamento de portagens entre Aveiro e as praias. «Isso diz tudo sobre a categoria e força política dos dois presidentes das Câmaras».
Élio Maia não comentou esta declaração.

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