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Socialista chama «LAdRA» a empresa das águas
2010/09/30

Todos os partidos se posicionaram de forma crítica quanto ao valores mais elevados das facturas apresentadas pela empresa Águas da Região de Aveiro, que sucedeu à gestão dos Serviços Municipalizados de Aveiro, mas o vereador da Câmara de Aveiro, Pedro Ferreira, disse o protesto apresentado por um cidadão, esta quarta-feira à noite, na Assembleia Municipal de Aveiro é um caso particular.

Disse tratar-se de uma «situação muito específica» e por isso, sugeriu um encontro com o cidadão José Neves - que viu a sua factura passar de 20 para 60 euros mensais - para transmitir o seu caso à AdRA.

O município de Aveiro foi um dos que votou a favor do contrato de parceria entre câmaras e o Estado, atravás da empresa Águas de Portugal (AdP) para implementação de uma nova gestão da distribuição de água ao domicílio e rede de saneamento em baixa, através da empresa Águas da Região de Aveiro. Mas, para Raul Martins, do PS, a AdP «só veio para cá para sacar algum (…) os aveirenses foram enganados por esta Câmara (...) os partidos do poder votaram a favor da adesão à ‘lAdRA'».

Vereadores O socialista Raul Martins atribuiu a retirada do pelouro das finanças a Ana Vitória à atitude da vereadora da Câmara de Aveiro no pagamento das dívidas aos credores da autarquia. «Há credores que são mais credores do que outros, se calhar quis agir eticamente quanto aos pagamentos e saiu-lhe caro», disse Raul Martins.

Da mesma bancada, Gonçalo Fonseca afirmou que era reconhecida a «divergência» de Ana Vitória, «não concordava com a estratégia de saneamento financeiro». Para o socialista, «sempre que um vereador toma posição em favor dos aveirenses» mas contrária à maioria «tem de se despedir ou silenciar».

Neste caso, o pelouro das finanças passou para o vereador Pedro Ferreira.

Quanto ao vereador Miguel Fernandes, os socialistas disseram que a retirada do pelouro das obras particulares se deveu ao facto de anunciar a demolição de parte de um prédio embargado. «A partir do momento em que se meteu em certas coisas ficou condenado», disse Raul Martins.

O presidente da Câmara, Élio Maia, apenas disse que houve «necessidade de alguns ajustes, por vontade dos próprios ou de quem tem dever de criar condições para que (o Executivo) funcione melhor».

Nenhum destes dois vereadores participou na reunião da Assembleia.

Raul Martins disse a sua ausência se deveu ao facto de estarem «ressentidos» com a retirada dos pelouros mas a bancada do PP disse que Miguel Fernandes está em convalescença depois de submetido a uma intervenção cirúrgica e Élio Maia disse que Ana Vitória se encontra de férias.

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