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Ricardo Sousa defende-se e pode terminar carreira
2008/12/05

A nota de culpa enviada ao atleta Ricardo Sousa, no passado dia 14 de Novembro, tem como prazo final de defesa o dia de hoje. Desse modo, os serviços administrativos do clube irão receber os argumentos de Ricardo Sousa que, até ao momento, tem sobre si a presunção de culpabilidade, noticia o Diário de Aveiro.

«Nesta altura, segundo apurou o Diário de Aveiro, a defesa de Ricardo Sousa está entregue ao advogado Nogueira da Rocha, o mesmo que representa António Sousa.

A partir de hoje, corre um novo prazo de 30 dias para que o instrutor do processo, Antero Almeida, tome a decisão final. Fonte bem próxima do processo referiu que o cenário mais provável será a rescisão unilateral do Beira-Mar para com o atleta Ricardo Sousa.
Depois de algumas épocas fora de Portugal e com dificuldade de mercado no nosso país, face à elevada verba que aufere, Ricardo Sousa poderá ponderar o fim prematuro da sua carreira desportiva.

Saída Aos 29 anos (completa 30 no próximo dia 11 de Janeiro), Ricardo Sousa poderá ver interrompida uma carreira que chegou a ser prometedora.

Com passagens pelo FC Porto e selecção nacional, onde alinhou no Campeonato do Mundo de Sub/21, na Nigéria, o talentoso esquerdino conheceu no Beira-Mar a fase mais alta da sua vida de futebolista.
Com somente 17 anos, já o seu pai o tinha lançado na primeira equipa sénior da Sanjoanense. Face à qualidade evidenciada, o FC Porto rapidamente decidiu contratá-lo, mas o médio-ofensivo tardou a impor-se. Emprestado ao Beira-Mar, foi sob a orientação técnica de António Sousa, seu pai, que Ricardo Sousa atingiu o auge da sua carreira. No final da temporada de 1998/99, marcou ao Campomaiorense um golo que permitiu ao Beira-Mar conquistar o troféu mais importante da sua história: a Taça de Portugal.

O regresso ao Porto foi imediato, ainda a tempo de ajudar os “azuis e brancos” vencer a Supertaça, precisamente frente ao Beira-Mar. Novamente sem conseguir impor o seu futebol no “dragão”, regressou ao Beira-Mar. As boas exibições em Aveiro valeram-lhe a saída para outros “voos”. Do seu curriculum, constam ainda passagens pelo Santa Clara, Belenenses, Boavista e Hannover 96, Omónia Nicósia e Kickers Offenbach, de onde regressou para o Beira-Mar.

Final de carreira à vista O regresso de Mano Nunes à liderança dos “auri-negros” coincidiu com a reentrada de nomes históricos como António Sousa, Palatsi, Cristiano, Levato, Rui Dolores, Fary e Ricardo Sousa. Um punhado de gente que tinha como objectivo número um o retomar da mística beiramarense e apelar aos sócios para se reencontrarem com a equipa.

Contudo, o avolumar de maus resultados do Beira-Mar, sobretudo a eliminação da Taça da Liga e da Taça de Portugal, e ter estado no penúltimo lugar da Liga Vitalis, levantaram um coro de protestos entre os sócios. Os mais visados seriam António Sousa e Ricardo Sousa, mas também o lateral-direito José Sousa. Uma espécie de culpabilidade ao clã Sousa. O timoneiro já foi dispensado, enquanto que o defesa nunca mais voltou a ser titular». - Diário de Aveiro - notícia não acessível on line

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