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Bloco diz que pais vão emprestar dinheiro à Câmara
2008/03/25

O Bloco de Esquerda diz em comunicado que a decisão da compra das senhas de refeição para os alunos do primeiro ciclo na sede da autarquia significa «um empréstimo dos pais à Câmara de Aveiro muito antes do consumo da refeição se realizar».

Segundo comunicado, «a partir de 1 de Abril, a compra de senhas de refeição das escolas de todo o concelho, passam a ser apenas na sede da autarquia, no Gabinete de Atendimento Integrado da Câmara, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h00. O Bloco conclui que «a maioria dos pais, para minimizar os impactos na sua vida, tentará comprar as senhas de refeição de todo o ano lectivo apenas num dia. O pagamento por atacado das senhas, constituirá um empréstimo dos pais à CMA muito antes do consumo da refeição se realizar».

O Bloco de Esquerda espera que o executivo, da maioria PSD/CDS-PP «reconheça o erro cometido e recue nesta decisão, caso persista no erro, na próxima reunião da Assembleia Municipal apresentará e levará a votação uma proposta de funcionamento não disruptivo das finanças e da vida dos pais e estudantes».

Considera que é um «empréstimo encapotado inadmissível, tanto mais que os estudantes abrangidos pelo apoio social e isenção de pagamento das senhas é uma minúscula minoria, e esta medida poderá comprometer financeiramente as famílias».

Antes da alteração do pagamento das refeições escolares, «a aquisição das senhas de refeição era efectuada no início da semana ou na véspera, na própria escola do estudante. Os pais e estudantes podiam escolher se compravam uma ou várias senhas, para quantos dias conforme a sua necessidade e conveniência».

Segundo o Bloco, a Câmara «complicou o processo, a definição de um único local de compra e de um horário em período laboral para a compra de senhas de refeição afecta, condiciona e perturba a vida de vários milhares de pais e estudantes abrangidos, em especial dos trabalhadores e dos habitantes de freguesias mais distantes da sede de concelho».

«Motivos contabilísticos» e a «manifesta impossibilidade» de descentralização destes serviços, são argumentos que «não convencem» os bloquistas.

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