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CEC admite apoiar seis ideias de negócios
2007/05/25

O vice-presidente do Conselho Empresarial do Centro (CEC), José Couto, disse ontem aos jornalistas que serão apoiadas, através de um fundo de capital de risco, seis das 20 ideias de negócio que resultaram do Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica, que encerrou ontem, numa sessão realizada na Universidade de Aveiro (UA), noticia o Diário de Aveiro.

«O curso foi promovido pelas universidades de Aveiro, Coimbra e Beira Interior e pelo CEC que se propõem a apoiar o passo seguinte que é a concretização do negócio e colocação do produto no mercado. O apoio será prestado através da secção do CEC, designada por Business Angels, a apresentar no próximo mês de Junho, vocacionada para o apoio à organização e desenvolvimento do negócio. Não será necessariamente «uma entidade que transporta capital para os novos negócios, mas pode vir a ser», disse José Couto, à margem da sessão de encerramento. O fundo de capital de risco do CEC atinge os 10 milhões de euros, no qual «estas empresas podem estar incluídas mas há passos a dar antes de estarem maduras», acrescentou.

O curso foi baseado na «investigação de excelência que é feita nas várias unidades de investigação e interface que integram as universidades», segundo uma nota da UA, envolvendo equipas multidisciplinares de alunos finalistas e de pós-graduação, professores, investigadores e quadros de empresas.

Agora, o objectivo é «potenciar a transformação de conhecimento desenvolvido por universitários em empresas tecnológicas». A reitora da Universidade de Aveiro, Helena Nazaré, disse que esta relação entre as universidades e as empresas é a «nova missão» que tem como objectivo a «criação de riqueza». A universidade é «estruturante da sociedade, abre-se e serve a sociedade» contando com as empresas.

O seu congénere de Coimbra, Fernando Seabra Santos, anunciou a disponibilidade na «participação na transformação de um país moderno e próspero» e abriu a possibilidade de abrir este tipo de acções de formação a Salamanca e Valladolid.

Numa sessão de encerramento na qual não participou o ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, que anulou a sua participação, acabou, contudo, por ser lembrado, embora provavelmente sem intenção, quando o reitor disse que Portugal «já não é só um país de baixos salários, começa a ser também das tecnologias modernas». Mário Raposo, vice-reitor da Universidade da Beira Interior, disse que se trata de «curso ímpar a nível nacional que cria uma cultura empreendedora, aproveitando ideias inovadoras». (Diário de Aveiro) - notícia não disponível on line

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